Quem Somos

O Instituto Espírita de Estudos e Divulgação do Evangelho é um grupo composto por homens e mulheres que trabalham pelo desenvolvimento humano, a partir da educação moral do ser, apoiada no código de ética legado por Jesus e confirmados pela Doutrina Espírita no seu tríplice aspecto que envolve ciência, filosofia e religião.

Para a realização deste objetivo contam a colaboração intelectual, espiritual e material de colaboradores voluntários que disponibilizam conhecimentos, habilidades e atitudes que possibilitem o esclarecimento, o consolo e alívio de dores do semelhante, independente de credo, raça ou nacionalidade.

Não nos move tão somente o apreço pelo aspecto religioso da doutrina dos espíritos, mas acima de tudo o compromisso com a honestidade emocional, com a experimentação contínua frente ao grande desafio da convivência com familiares e companheiros de ideal, que chamamos AMIGOS, em que pesem as diferenças e dificuldades inerentes aos relacionamentos.

Autoconhecimento e esforço de melhoria, eis nosso maior desafio!

RELAÇÃO COM EURÍPEDES BARSANULFO
Eurípedes Barsanulfo – como um dos espíritos responsáveis pela regeneração na Terra, em especial atuando no seio do movimento espírita, Eurípedes é um dos mentores da casa. Na formação de nosso grupo, trouxe uma proposta de construção de redes de parceria com grupos espíritas visando fortalecer as trocas e as experiências vividas, potencializando a atuação.

Algumas das propostas de Eurípedes e seu grupo espiritual são:

  • A superação dos modelos verticais de convivência. Contrapondo os velhos referenciais de autoridade para ditar o que fazer e como fazer, a família e a escola, a religião e a cultura, assim como todas as organizações humanas são convocadas a repensar as carcomidas formas de relacionamento.
  • O caminho atual aponta para a criação de relações horizontais, a diluição dos papéis e a formação de grupos cooperativos.
  • A busca pelo “ser” em sua plenitude, e não apenas movimentações religiosas.
  • Ressignificar velhos caminhos a partir do contexto atual.
  • Busca pelo conceito sistêmico, solidário, holístico, visão de síntese.
  • Na mediunidade, os trabalhadores são convocados a construírem sentidos novos na utilização das forças psíquicas e mentais, que envolvem a relação interdimensional entre esferas de vida.
  • Construção de relacionamentos saudáveis e produtivos em meio à diversidade;
  • Estímulo à criatividade e a vivências/experiências.
  • Fé como a adesão espontânea da alma na busca da Verdade.
  • Busca pelo sentimento e a intuição como balizadores da evolução, e não apenas a razão.
  • Oxigenação das idéias e práticas a fim de se evitar o mais grave efeito do engessamento cultural das idéias espíritas, que é a paralisia da noção de imortalidade, através de um plano espiritual estático e desconectado da vida na Terra.
  • No século XX, os espíritos procuraram os homens. Agora, os homens deverão ser os parceiros dos espíritos. Buscar-lhes para a vivência de uma relação mais consciente e educativa.
  • Refletir e buscar novos caminhos sobre os destinos da mediunidade ante o clímax da transição espiritual do planeta.
  • Educação do ser, espiritualização e libertação do dogmatismo.

Para isso, será necessário:

  • Valorosa noção e aplicação do ‘espírito’ de equipe;
  • Desapego de concepções;
  • Coragem para experimentar;
  • Adesão afetiva e espontânea na participação de novas vivências;
  • Investigação nas conquistas da ciência;
  • Acendrada postura de despretensão ante as vitórias com as novas práticas;
  • Incansável abertura mental para ouvir, alterar, avaliar e discutir em clima de aprendizado e fraternidade;
  • Superação dos limites filosóficos doutrinários em busca de conceitos universais aplicáveis à mediunidade.

Quando se fala em novos significados, estamos, em verdade, referindo-nos ao ingente desafio de viver a mensagem esquecida do amor.

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